A CULTURA DA BANALIDADE
LUCIANO PIRES
"A afilhada de Rita Cadillac, Cléo Cadillac, será capa da revista Sexy Especial de maio de 2009." Esse era o título de uma das dezenas de mensagens de assessorias de imprensa que recebo diariamente. E chega cada coisa... Existe uma indústria focada no desenvolvimento de conteúdo banal para a imprensa. São fofocas sobre celebridades, tipo: "Fulano de tal faz compras em Punta Del Leste". "Cicrana leva a filha para tomar sorvete". "Beltrano troca beijos com desconhecida"... E assim vai. São dezenas de releases diários que - acreditem - são aproveitados por jornais, revistas e blogs dedicados à cultura do banal.

Pois comecei a colecionar esses releases. E fico imaginando um profissional de jornalismo pesquisando e redigindo essas coisas. Será que ele sente que seu trabalho é uma banalidade? Mas se tem gente que compra, o jornalista está apenas cumprindo sua missão, um trabalho honesto como outro qualquer. E dá-lhe banalidade...

O ensaio fotográfico com a Cléo Cadillac foi realizado em uma loja de carros antigos, tendo como destaque um cadillac modelo 74. Foi o primeiro ensaio nu da dançarina, que colocou silicone, fez lipoaspiração e - atenção - aumentou o bumbum, que passou de 102 para expressivos 122 centímetros! Cléo quer ser a celebridade com o maior bumbum do Brasil. Muito bem. Não sei o que vocês acham, mas pra mim não existe bumbum com 122 centímetros. Com essa metragem é bunda mesmo. Ou lordo, como diz meu pai lá em Bauru. A moça apresenta-se como afilhada da ex-chacrete e atriz pornô Rita Cadillac. Afilhado não é parente, portanto não existe nenhum ascendente genético que explique a abundância. Pouco tempo atrás estourou na mídia a Mulher Melancia, uma dançarina de funk que também tem uma senhora bunda. A Melancia acabou na capa da Playboy, um sucesso estrondoso. Agora vem a Cléo Cadillac. É curiosa essa fixação que nós, brasileiros, temos pela bunda. Mas já escrevi a respeito, quem se lembra?

Não sei não... É implicância minha ou o nivelamento por baixo do repertório cultural dos brasileiros, tem relação com isso? Musiquinhas sem vergonha, pagodeiros de acrílico, sertanejo corno, livrinhos de auto-ajuda, baixarias na televisão... Uma corrente de estudiosos garante que a indústria não induziu o consumo da banalidade, mas nasceu da necessidade, do clamor popular. O povo gosta de baixaria, dá audiência para a baixaria, pede baixaria. Desde que comecei meu combate pela despocotização do Brasil afirmo que o povo, tendo opção, não quer consumir a baixaria. Mas estou começando a mudar de opinião. O povo não é tão ingênuo assim, gosta mesmo é de sacanagem...

Pois quer saber? Acho até que isso é lógico. Se essas porcarias não desenvolvem o cérebro devem estar desenvolvendo as bundas.
Luciano Pires é jornalista, escritor, conferencista e cartunista.


Escrito por por Maria Helena às 14h15
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Escrito por por Maria Helena às 19h02
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Peter Paul & Mary

Aprendí a tocar violão quando criança por causa desse trio formado por Peter Yarrow, Noel Paul Stookey e Mary Travers. Eles formavam um dos melhores grupos representantes da Folk Music americana. Fiquei chocada ao saber somente hoje que Mary faleceu no dia 16 de setembro próximo passado de leucemia aos 72 anos. Não ouvi ou vi nada nos noticiários...que pena.

No clipe de 1966, a famosérrima "Blowin' in the Wind" de Bob Dylan.



Escrito por por Maria Helena às 18h36
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Releitura dos Bee Gees

          O duo Destiny's Child era originalmente um trio. Beyoncé (a bonitona que aparece em close no meio do quadro) saiu em carreira solo, mas as duas outras moças continuam.
Essa versão de 'Emotion' dos anos 60 ficou bem bacana e isso é cantar bem.


Escrito por por Maria Helena às 13h21
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Na foto abaixo, olhe atentamente, e diga: o que você viu em primeiro lugar? 

Bem, o que você viu é apenas o ombro, ou melhor, a dobra da axila da loira segurando a câmera. Se não acredita, olhe de novo.

Que mente incorrigível, hein?!



Escrito por por Maria Helena às 17h42
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Ótimo site, cheio de informação e notícias sobre os animais

http://www.anda.jor.br/



Escrito por por Maria Helena às 15h32
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Depois da gente assistir tanta barbárie, os carros já circulam no Rio com o adesivo:



Escrito por por Maria Helena às 14h25
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Barbeiragem crassa ou pura manguaça? 

   Você é daqueles prevenidos que sempre procura um estacionamento seguro para estacionar seu carro achando que assim seu veículo não sofrerá furto ou dano?

Então tá...

Antes de estacionar, reze 2 terços e pendure uma figa no parabrisa...



Escrito por por Maria Helena às 11h41
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    2012 é um filme do mesmo diretor do "Independende Day" e do "O Dia Depois de Amanhã". Tragédias e efeitos pra lá de especiais somar-se-ão no enredo, mas alguns intrépidos e imbatíveis heróis sempre haverão de sobreviver, meio às intempéries que porventura venham a acometer as pacatas vidas dos habitantes terráqueos. Aleluia!

  Quando estiver disponível em DVD, espero assistir o filme comendo pipoca e não as unhas...kkkkk



Escrito por por Maria Helena às 11h32
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Você entendeu alguma coisa? Nem eu...



Escrito por por Maria Helena às 10h56
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